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sexta-feira, 10 de março de 2017

INSCRIÇÕES FRAUDULENTAS NA CGADB



Correm rumores nos bastidores da CGADB que o presidente da Comissão Eleitoral, Antonio Lorenzetti de Mello, teria enviado à Mesa Diretora pedido de afastamento temporário da função por razões que, certamente, devem constar no ofício enviado. É uma informação preocupante, pois deixa a Comissão acéfala e contribui para embolar todo o processo, que tem uma série de prazos para cumprir até o dia da eleição, em 9 de abril. No site da CGADB e nem no que cuida das eleições há qualquer nota que explique qualquer providência que possa ter sido tomada para suprir a vacância. Segundo o Estatuto, deveria ser preenchida pelo suplente, mas parece que nem mesmo teria sido eleito alguém do Nordeste - de onde é o titular - para cumprir tal papel.

Outro fato a considerar é que mais uma vez teremos uma eleição judicializada simplesmente porque a Mesa Diretora deixou de cumprir o acordo celebrado entre as partes, que previa aos autores a desistência de todas as ações na Justiça e à CGADB, entre outros compromissos, realizar uma eleição transparente, abrindo inclusive todos os dados, como, por exemplo, a conciliação bancária aos candidatos, para que pudessem conferir se os pagamentos das anuidades e da inscrição conferiam com o número de inscritos registrados via portal da CGADB. Só que aqui começou o nó. Enquanto os autores desistiam daquelas ações, que foram insistentemente desobedecidas pela Mesa Diretora, inclusive a que obrigava a instituição ao pagamento de multa que já ultrapassava a 10 milhões, a CGADB mais uma vez não abriu as contas das inscrições para serem verificadas, como ficou acordado.

Diga-se de passagem que cerca de 10 representações foram encaminhadas  à Comissão Eleitoral, apontando uma série de irregularidades em milhares de inscrições, como anuidades pagas com cheques não compensados, uso de IP único para diversas inscrições, emails e telefones inexistentes, pastores que já estariam desligados da CGADB, emails únicos para diversos inscritos e até inscrições de falecidos. Mas nada disso convenceu o presidente da Comissão Eleitoral a submeter as inscrições ao escrutínio de seus pares para verificar a procedência das denúncias. Ao contrário, em decisão monocrática (tomada por ele mesmo) indeferiu todas as petições, alegando entre outras motivos, que os peticionários não eram aptos para representar, embora o Estatuto dê ao ministro o direito de impugnar no prazo qualquer inscrição. Disse ainda que não era prerrogativa da Comissão verificar ou não o cumprimento do acordo.

Neste ponto outra vez a Justiça foi acionada. O lógico seria a própria Mesa avocar para si a questão e manter os pontos do acordo para dirimir qualquer dúvida ou corrigir o que estivesse errado. Ou se ela se considerasse suspeita para cuidar do assunto, era a hora de convocar o Conselho Consultivo, previsto no Estatuto para atuar em questões de alta complexidade sempre com o intuito de buscar a conciliação. Mas ela preferiu se impor pela força, sem primar para que tanto a Comissão Jurídica quanto a Comissão Eleitoral atendessem as representações encaminhadas.  De forma diversa, o estímulo teria sido no sentido contrário. Aqui repito aquela célebre pergunta retórica de Paulo aos Coríntios: "Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?" Esse parece ser o sintoma da CGADB. Onde estão os homens maduros, sábios, com acúmulo de experiência, conciliadores? Parece que sumiram ou não são chamados a agir.

O resultado aí está. Se todas as previsões legais no âmbito da instituição se esgotam, não havendo a quem recorrer, a Justiça acaba sendo o desaguadouro natural para as partes que se sentem prejudicadas por não ter a análise de seus pedidos contemplada. Hoje a candidatura de Wellington Junior está liminarmente cassada em duas ações por não ter-se desincompatibilizado no prazo da presidência da CPAD e 5207 inscrições liminarmente invalidadas pelas razões acima expostas, além de outras liminares previstas para a próxima semana, após o carnaval. O que teria sido evitado se o acordo não fosse só cumprido por uma das partes, mas também pela CGADB. Se há quem carregue o peso da culpa em tudo isso, embora possa dividi-la com alguns péssimos assessores, é a Mesa Diretora da CGADB.

Por outro lado, com as possibilidades cada vez mais remotas de José Wellington Junior reverter a cassação de sua candidatura a presidente da CGADB pela não desincompatibilização no prazo, os inscritos para votar na eleição do dia 9 de abril precisam estar alerta para um fato: mesmo com a candidatura cassada, o nome do candidato poderá aparecer na tela de votação por já ter sido provavelmente inserido no sistema e não haver mais condições de qualquer alteração.

Duas coisas precisam ser rigorosamente observadas: 1) embora o seu nome possa aparecer na tela, ele não será mais candidato, esgotadas as possibilidades de o candidato reverter o processo. 2) Se ainda assim o pastor inscrito para votar insistir em assinalar o nome de Wellington Junior, perderá o seu voto pela "nulidade absoluta" do registro de sua candidatura, reconhecida em documento da própria Comissão Eleitoral. Ou seja, os votos dados ao candidato cassado não serão válidos.

São informações importantes que precisam ser consideradas para que os eleitores inscritos não votem errado por desconhecimento desse detalhe. Ao mesmo tempo, trata-se de zelar pela lisura  e segurança do pleito, que não pode em hipótese alguma ser contaminado pelo descumprimento da norma estatutária. Não custa ressaltar que serão considerados votos válidos os que forem dados aos candidatos com registro de candidaturas deferido.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

JUIZ ANULA CADIDATURA DE PRESIDENTE DA CGADB


JUIZ CASSA CANDIDATURA DE WELLINGTON JUNIOR E AFASTA PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE DA COMISSÃO ELEITORAL

Após a Comissão Eleitoral da CGADB indeferir com argumentos descabíveis todas as representações encaminhadas por diferentes associados, impugnando mais de sete mil inscrições por apresentar uma série de irregularidades, o processo se vê às voltas, agora, com uma ação judicial. É que o convencional Efraim Soares de Moura, também candidato ao Conselho Fiscal da organização, entrou na Comarca de Corumbá, GO, com uma “ação de obrigação de fazer com tutela antecipada”, que foi integralmente acolhida pelo juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, cassando liminarmente até o julgamento do mérito a candidatura de José Wellington Bezerra da Costa Junior e afastando da Comissão Eleitoral o seu presidente, Antonio Carlos Lorenzetti de Melo, e o seu vice-presidente, Wilson Pinheiro Brandão.

Entre outras razões para entrar com a ação, Efraim Moraes de Moura alega que o candidato Wellington Junior não se desincompatibilizou do cargo de presidente da CPAD, tendo em vista o Edital que regulamentou o processo informar de maneira transparente que diretores da editora estão impedidos de se candidatar à luz do Estatuto Social da CGADB. Em suas considerações o autor aduz também que a desincompatibilização teria de ser apresentada mediante documento comprobatório no ato do registro, o que não teria sido feito.

Outro fato que aparece na inicial como fator preponderante para a liminar concedida pelo juiz é que a própria Comissão Eleitoral, em documento enviado ao então postulante, reconhece a nulidade absoluta da candidatura pela não desincompatibilização no prazo, como citado: “Vossa Senhoria está impedido de se candidatar a qualquer cargo da Mesa Diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação ao vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta ensejando o cancelamento imediato do registro”.

Mas como parece que a Comissão extrapola o seu papel e trabalha como cabo eleitoral do candidato agora liminarmente cassado, Efraim Moraes de Souza transcreve ainda outra parte do documento em que contra todas as normas do direito o seu presidente não faz o cancelamento imediato, mas lhe dá um prazo de três dias para provar a desincompatibilização: “Assim sendo, considerando a inexistência de má-fé, e a fim de regularizar a vossa situação junto a Comissão Eleitoral e todo o processo eleitoral, concedo a Vossa Senhoria, o prazo de 03 (três) dias para demonstrar a desincompatibilização com o cargo, sob pena de ser declarada, de oficio, a nulidade do vosso registro de candidatura”.

Ao que consta Wellington Junior teria apenas apresentado um documento de licença, sem a alegada desincompatibilização, visto que continua a ser o responsável pelo CNPJ da CPAD e o seu nome continua a aparecer como presidente em todos os periódicos da editora. Por sua vez, o afastamento requerido do presidente e do vice-presidente da Comissão Eleitoral, também acatado liminarmente pelo juiz, se deu pela suspeição levantada e por serem ambos Promotores de Justiça, condição que lhes impede de atuar fora do seu campo de jurisdição.

Recapitulando, é simples de entender:

O agora liminarmente cassado Wellington Junior e a Comissão Eleitoral cometeram a ilegalidade de desrespeitar o artigo 11 do Estatudo e o item IV do Edital que diz:

"Nos termos do artigo 11 do Estatuto Social, não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem cumprindo medidas disciplinares impostas pela CGADB, os inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificadamente da AGO e os diretores da CPAD."

Fonte:
Pastor e Jornalista Geremias do Couto

sábado, 4 de fevereiro de 2017

PASTOR IVAL VISITA SUA TERRA DE ORIGEM:


Todo mundo envolvido na preparação das pamonhas. Isso aconteceu na casa da minha irmã Nair em São Jeronimo da Serra. O Pastor presidente Jorge e família, também almoçaram conosco.
Foi bem agradável e descontraída a viagem, pois visitamos Terra nova e a fazendo do Trezentos e Quinze onde inciamos a carreira ministerial. Valeu a pena. Pastores Ival e Cida

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

REUNIÃO GERAL EM SÃO JOSÉ DOS PINHAIS, REUNE SETENAS DE OBREIROS.


  • No dia 30, realizamos a 1ª reunião geral de obreiros e obreiras do campo de São José dos Pinhais em 2017. Foi uma grande reunião em todos os sentidos. O Pr Jair Storben, ministrou aos presentes. O nosso campo está em franco progresso.
  • Pr. Ival Teodoro da Silva
  • Primeiro Vice-Presidente da CGADB

DICAS IMPORTANTES PARA AS MULHERES:


DICAS IMPORTANTES PARA AS MULHERES:
Conselhos de uma DELEGADA
Mande para as mulheres para que se cuidem e para os homens, para que repassem para as suas mulheres, namoradas, irmãs, amigas, etc...
Conselhos dirigidos às mulheres, mas válidos aos homens também!
Atenção nunca é demais!
Devemos estar sempre atentas!
A mulher que elaborou o conteúdo deste e-mail é Diretora de uma Empresa de Segurança no RJ e foi aconselhada por uma delegada após registrar um Boletim de Ocorrência.
1. Sequestro Relâmpago: Se um dia você for jogada dentro do porta-malas de um carro.
ENGULA O PÂNICO E RESPIRE FUNDO, CALMA E FRIEZA:
1) Chute os faróis traseiros até que eles saiam para fora, estique seu braço pelos buracos.
2) GESTICULE feito doida. O motorista não verá você, mas todo mundo verá. Isto já salvou muitas vidas.
2. Os três motivos pelos quais as mulheres são alvos fáceis para atos de violência são:
1) Falta de atenção: Você TEM que estar consciente de onde você está e do que está acontecendo em volta de você.
2) Linguagem do corpo: Mantenha sua cabeça erguida, e permaneça em posição ereta, jamais tenha uma postura "frágil".
3) Lugar errado, hora errada: NÃO ande sozinha em ruas estreitas, nem dirija em bairros mal-afamados à noite.
3) NUNCA FAÇA ISSO!
1) NÃO FAÇA ISSO! As mulheres têm a tendência de entrar em seus carros depois de fazerem compras, refeições, e sentarem-se no carro (fazendo anotações em seus talões de cheques, ou escrevendo em alguma lista, ou ainda conferindo o ticket de compra).
2) O bandido SEMPRE estará observando você: Essa é a oportunidade perfeita para ele entrar pelo lado do passageiro, colocar uma arma na sua cabeça, e dizer a você onde ir.
3) No momento em que você entrar em seu carro:trave as portas e vá embora, não fique ajeitando o cabelo, ou passando batom...
4) Algumas dicas acerca de entrar em seu carro num estacionamento ou numa garagem de estacionamento:
1) Esteja consciente: olhe ao redor, olhe dentro de seu carro, olhe no chão
dianteiro e traseiro de seu carro, olhe no chão do lado do passageiro,
e no banco de trás.
2)Se ao lado da porta do motorista do seu carro, estiver estacionada uma Van Grande: entre em seu carro pela porta do passageiro.
IMPORTANTE: A maioria dos assassinos que matam em seqüência atacam suas vítimas empurrando-as ou puxando-as para dentro de suas Vans, na hora em que as mulheres estão tentando entrar em seus carros.
5) NUNCA deixe para procurar as chaves do seu carro, quando estiver parada em frente a porta dele.
1) Dirija-se ao veículo com a chave em punho, pronta para abrir a porta e dar
a partida. Observe os carros ao lado do seu.
2) Se uma pessoa do sexo masculino estiver sentado sozinho no assento do carona do carro dele que FICA mais próximo do seu carro, você fará bem
em voltar para o shopping, ou para o local de trabalho, e pedir a um segurança ou policial para acompanhar você até seu carro.
6) É SEMPRE MELHOR ESTAR A SALVO DO QUE ESTAR ARREPENDIDO, não tenha vergonha de pedir ajuda.
Use SEMPRE o elevador ao invés das escadas. (Escadarias são lugares horríveis para se estar só, são lugares perfeitos para um crime).
7) PARE COM ISSO!
As mulheres, estão sempre procurando ser prestativas. Não use o celular a toa.
1) Essa característica poderá resultar em que você seja assassinada!
Um assassino sequencial, homem de boa aparência, com boa formação acadêmica, declarou em seu depoimento que SEMPRE explorava a simpatia e o espírito condescendente das mulheres. Ele andava com uma bengala ou mancava, e conseqüentemente pedia 'ajuda', para entrar ou sair de seu carro, e era nesse momento que ele raptava sua próxima vítima.
2) Durante o dia, ande de óculos escuros: O agressor nunca saberá para onde você esta olhando.
3) Celular: só em lugar seguro.
O mundo em que vivemos está cheio de gente má.
A Bíblia diz:
Jó 19:7 - Eis que clamo: Violência! Porém não sou ouvido. Grito: Socorro! Porém não há justiça.
Pastores Ival e Cida

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