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sábado, 22 de abril de 2017

NO DIA 17 ENCERRAMOS A DÉCIMA PRIMEIRA CONFRATERNIZAÇÃO DO CÍRCULO DE ORAÇÃO DA IEADSJP:


Encerramos nesta segunda feira as festividades alusivas à 11ª Confraternização, da AD de São José dos Pinhais. Ministraram os pastores: Ival Teodoro da Silva, Daniel Pedroso e Peter. É impossível descrever as maravilhas deste evento. Parabéns à Professora e Líder Aparecida Alves da Silva, juntamente com toda a valente e atuante equipe. Pr. Ival Teodoro da Silva.

BALEIA AZUL?? QUE NADA!!!


Baleia Azul?? Que nada!!!
Propomos um novo jogo.
Chama-se: *"Cordeiro Santo"*
Fase 1: Aceite a Jesus como seu Salvador.
Fase 2: Batize-se nas águas.
Fase 3: Leia a Bíblia todos os dias.
Fase 4: Ore todos os dias.
Fase 5: Jejue pelo menos uma vez ao mês.
Fase 6: Santifique-se.
Fase 7: Adore somente a Deus.
Fase 8: Encha-se do Espírito.
Fase 9: Compartilhe o amor de Deus.
Fase 10: Dê um bom testemunho.
Fase 11: Ame a Deus acima de tudo
Fase 12: Ame a seu próximo como a ti mesmo.
Fase 13: Ore pelos que te perseguem.
Fase 14: Perdoe qualquer pessoa 70x7 por dia.
Fase 15: Evangelize em todas as oportunidades.
Fase 16: Faça discípulos.
Fase 17: Visite hospitais, presídios, orfanatos, asilos e sirva-os em suas necessidades.
Fase 18: Reparta e partilhe com seus irmãos.
Fase 19: Recolha alimentos para obras sociais.
Fase 20: Honre seus pais.
Fase 21: Não tenha outros deuses além do Senhor Deus.
Fase 22: Não faça imagens de escultura.
Fase 23: Não seja um idólatra.
Fase 24: Não fale mal do seu próximo.
Fase 25: Não minta.
Fase 26: Não cobice nada de seu próximo.
Fase 27: Não mate.
Fase 28: Não prostitua-se.
Fase 29: Não fornique.
Fase 30: Não furte/roube.
Fase 31: Não diga falso testemunho contra teu próximo.
Fase 32: Cuide bem de sua família e animais.
Fase 33: Seja estudioso.
Fase 34: Fuja do pecado todos os dias.
Fase 35: Não extingas o Espírito.
Fase 36: Não acesse sites impróprios.
Fase 37: Não traia.
Fase 38: Seja honesto e verdadeiro.
Fase 39: Seja cordial.
Fase 40: Seja educado.
Fase 41: Seja obediente.
Fase 42: Respeite os mais velhos.
Fase 43: Não perca tempo com o que não presta.
Fase 44: Afaste-se de más amizades.
Fase 45: Seja amigo de seus pais.
Fase 46: Não siga maus conselhos.
Fase 47: Tenha fé.
Fase 48: Peça sabedoria a Deus.
Fase 49: Deleita-te no Senhor.
Fase Final: *VIDA ETERNA*.
Viva a vida com Jesus!

quinta-feira, 30 de março de 2017

JUSTIÇA APERTA O CERCO NA ELEIÇÃO DA CGADB




[CGADB - ELEIÇÕES 2017] - Justiça determina bloqueio judiciaJUSTl bancário, sequestro de bens e até prisão caso a CGADB e SCYTL não cumpram a ordem judicial

A dez dias do pleito que elegerá a nova mesa diretora da CGADB, uma decisão bombástica foi proferida ontem (29) pelo juízo por prevenção (que primeiro conheceu da matéria, art. 485 CPC) de Corumbá de Goiás.

Na ação de nº 201700521483 de autoria do Pr Efraim Soares de Moura, o juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga fez uma séria de determinações, a maioria de natureza coercitiva em razão das frequentes desobediências promovidas pela parte ré.

A primeira delas foi a que DETERMINOU O DESENTRANHAMENTO DOS AUTOS E A DEVOLUÇÃO à procuradora da parte ré, informando que a procuração juntada às folhas 350 dos autos NÃO É ORIGINAL, portanto não possui validade jurídica alguma. Dessa forma tornou inválidos todos os documentos juntados para fins de representação judicial da CGADB e da Scytl Soluções de Segurança e Voto Eletrônico LTDA.

Em consequência dessas graves falhas processuais, o juiz determinou que o Relator do agravo de instrumento, que corre na 3º Câmara do Tribunal de Justiça de Goiás, seja informado a respeito dos vícios de legitimidade e representação processual.

Isso pode anular todos os atos desde a origem, pois de acordo com a teoria da corte americana da “árvore dos frutos envenenados”, amplamente adotada pela justiça brasileira, teoria segundo a qual tudo o que faz comunicar o vício inicial da ilicitude procedimental das provas obtidas com violação a regra de direito material ou processual, contamina a todas as demais provas produzidas a partir daquela.

Assim todas as decisões baseadas na ausência de legitimidade são tidas como ilícitas por derivação. Ou seja, o vício inicial contamina tudo o que foi produzido a partir da origem.

Fonte: Blog de Gesiel de Oliveira

sexta-feira, 10 de março de 2017

INSCRIÇÕES FRAUDULENTAS NA CGADB



Correm rumores nos bastidores da CGADB que o presidente da Comissão Eleitoral, Antonio Lorenzetti de Mello, teria enviado à Mesa Diretora pedido de afastamento temporário da função por razões que, certamente, devem constar no ofício enviado. É uma informação preocupante, pois deixa a Comissão acéfala e contribui para embolar todo o processo, que tem uma série de prazos para cumprir até o dia da eleição, em 9 de abril. No site da CGADB e nem no que cuida das eleições há qualquer nota que explique qualquer providência que possa ter sido tomada para suprir a vacância. Segundo o Estatuto, deveria ser preenchida pelo suplente, mas parece que nem mesmo teria sido eleito alguém do Nordeste - de onde é o titular - para cumprir tal papel.

Outro fato a considerar é que mais uma vez teremos uma eleição judicializada simplesmente porque a Mesa Diretora deixou de cumprir o acordo celebrado entre as partes, que previa aos autores a desistência de todas as ações na Justiça e à CGADB, entre outros compromissos, realizar uma eleição transparente, abrindo inclusive todos os dados, como, por exemplo, a conciliação bancária aos candidatos, para que pudessem conferir se os pagamentos das anuidades e da inscrição conferiam com o número de inscritos registrados via portal da CGADB. Só que aqui começou o nó. Enquanto os autores desistiam daquelas ações, que foram insistentemente desobedecidas pela Mesa Diretora, inclusive a que obrigava a instituição ao pagamento de multa que já ultrapassava a 10 milhões, a CGADB mais uma vez não abriu as contas das inscrições para serem verificadas, como ficou acordado.

Diga-se de passagem que cerca de 10 representações foram encaminhadas  à Comissão Eleitoral, apontando uma série de irregularidades em milhares de inscrições, como anuidades pagas com cheques não compensados, uso de IP único para diversas inscrições, emails e telefones inexistentes, pastores que já estariam desligados da CGADB, emails únicos para diversos inscritos e até inscrições de falecidos. Mas nada disso convenceu o presidente da Comissão Eleitoral a submeter as inscrições ao escrutínio de seus pares para verificar a procedência das denúncias. Ao contrário, em decisão monocrática (tomada por ele mesmo) indeferiu todas as petições, alegando entre outras motivos, que os peticionários não eram aptos para representar, embora o Estatuto dê ao ministro o direito de impugnar no prazo qualquer inscrição. Disse ainda que não era prerrogativa da Comissão verificar ou não o cumprimento do acordo.

Neste ponto outra vez a Justiça foi acionada. O lógico seria a própria Mesa avocar para si a questão e manter os pontos do acordo para dirimir qualquer dúvida ou corrigir o que estivesse errado. Ou se ela se considerasse suspeita para cuidar do assunto, era a hora de convocar o Conselho Consultivo, previsto no Estatuto para atuar em questões de alta complexidade sempre com o intuito de buscar a conciliação. Mas ela preferiu se impor pela força, sem primar para que tanto a Comissão Jurídica quanto a Comissão Eleitoral atendessem as representações encaminhadas.  De forma diversa, o estímulo teria sido no sentido contrário. Aqui repito aquela célebre pergunta retórica de Paulo aos Coríntios: "Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?" Esse parece ser o sintoma da CGADB. Onde estão os homens maduros, sábios, com acúmulo de experiência, conciliadores? Parece que sumiram ou não são chamados a agir.

O resultado aí está. Se todas as previsões legais no âmbito da instituição se esgotam, não havendo a quem recorrer, a Justiça acaba sendo o desaguadouro natural para as partes que se sentem prejudicadas por não ter a análise de seus pedidos contemplada. Hoje a candidatura de Wellington Junior está liminarmente cassada em duas ações por não ter-se desincompatibilizado no prazo da presidência da CPAD e 5207 inscrições liminarmente invalidadas pelas razões acima expostas, além de outras liminares previstas para a próxima semana, após o carnaval. O que teria sido evitado se o acordo não fosse só cumprido por uma das partes, mas também pela CGADB. Se há quem carregue o peso da culpa em tudo isso, embora possa dividi-la com alguns péssimos assessores, é a Mesa Diretora da CGADB.

Por outro lado, com as possibilidades cada vez mais remotas de José Wellington Junior reverter a cassação de sua candidatura a presidente da CGADB pela não desincompatibilização no prazo, os inscritos para votar na eleição do dia 9 de abril precisam estar alerta para um fato: mesmo com a candidatura cassada, o nome do candidato poderá aparecer na tela de votação por já ter sido provavelmente inserido no sistema e não haver mais condições de qualquer alteração.

Duas coisas precisam ser rigorosamente observadas: 1) embora o seu nome possa aparecer na tela, ele não será mais candidato, esgotadas as possibilidades de o candidato reverter o processo. 2) Se ainda assim o pastor inscrito para votar insistir em assinalar o nome de Wellington Junior, perderá o seu voto pela "nulidade absoluta" do registro de sua candidatura, reconhecida em documento da própria Comissão Eleitoral. Ou seja, os votos dados ao candidato cassado não serão válidos.

São informações importantes que precisam ser consideradas para que os eleitores inscritos não votem errado por desconhecimento desse detalhe. Ao mesmo tempo, trata-se de zelar pela lisura  e segurança do pleito, que não pode em hipótese alguma ser contaminado pelo descumprimento da norma estatutária. Não custa ressaltar que serão considerados votos válidos os que forem dados aos candidatos com registro de candidaturas deferido.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

JUIZ ANULA CADIDATURA DE PRESIDENTE DA CGADB


JUIZ CASSA CANDIDATURA DE WELLINGTON JUNIOR E AFASTA PRESIDENTE E VICE-PRESIDENTE DA COMISSÃO ELEITORAL

Após a Comissão Eleitoral da CGADB indeferir com argumentos descabíveis todas as representações encaminhadas por diferentes associados, impugnando mais de sete mil inscrições por apresentar uma série de irregularidades, o processo se vê às voltas, agora, com uma ação judicial. É que o convencional Efraim Soares de Moura, também candidato ao Conselho Fiscal da organização, entrou na Comarca de Corumbá, GO, com uma “ação de obrigação de fazer com tutela antecipada”, que foi integralmente acolhida pelo juiz Levine Raja Gabaglia Artiaga nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, cassando liminarmente até o julgamento do mérito a candidatura de José Wellington Bezerra da Costa Junior e afastando da Comissão Eleitoral o seu presidente, Antonio Carlos Lorenzetti de Melo, e o seu vice-presidente, Wilson Pinheiro Brandão.

Entre outras razões para entrar com a ação, Efraim Moraes de Moura alega que o candidato Wellington Junior não se desincompatibilizou do cargo de presidente da CPAD, tendo em vista o Edital que regulamentou o processo informar de maneira transparente que diretores da editora estão impedidos de se candidatar à luz do Estatuto Social da CGADB. Em suas considerações o autor aduz também que a desincompatibilização teria de ser apresentada mediante documento comprobatório no ato do registro, o que não teria sido feito.

Outro fato que aparece na inicial como fator preponderante para a liminar concedida pelo juiz é que a própria Comissão Eleitoral, em documento enviado ao então postulante, reconhece a nulidade absoluta da candidatura pela não desincompatibilização no prazo, como citado: “Vossa Senhoria está impedido de se candidatar a qualquer cargo da Mesa Diretora da CGADB, e mesmo em face de, por essa ocasião, inexistir impugnação ao vosso registro de candidatura, a situação configura nulidade absoluta ensejando o cancelamento imediato do registro”.

Mas como parece que a Comissão extrapola o seu papel e trabalha como cabo eleitoral do candidato agora liminarmente cassado, Efraim Moraes de Souza transcreve ainda outra parte do documento em que contra todas as normas do direito o seu presidente não faz o cancelamento imediato, mas lhe dá um prazo de três dias para provar a desincompatibilização: “Assim sendo, considerando a inexistência de má-fé, e a fim de regularizar a vossa situação junto a Comissão Eleitoral e todo o processo eleitoral, concedo a Vossa Senhoria, o prazo de 03 (três) dias para demonstrar a desincompatibilização com o cargo, sob pena de ser declarada, de oficio, a nulidade do vosso registro de candidatura”.

Ao que consta Wellington Junior teria apenas apresentado um documento de licença, sem a alegada desincompatibilização, visto que continua a ser o responsável pelo CNPJ da CPAD e o seu nome continua a aparecer como presidente em todos os periódicos da editora. Por sua vez, o afastamento requerido do presidente e do vice-presidente da Comissão Eleitoral, também acatado liminarmente pelo juiz, se deu pela suspeição levantada e por serem ambos Promotores de Justiça, condição que lhes impede de atuar fora do seu campo de jurisdição.

Recapitulando, é simples de entender:

O agora liminarmente cassado Wellington Junior e a Comissão Eleitoral cometeram a ilegalidade de desrespeitar o artigo 11 do Estatudo e o item IV do Edital que diz:

"Nos termos do artigo 11 do Estatuto Social, não poderão se candidatar aos cargos eletivos nem serem indicados para os demais cargos não eletivos os membros que estiverem cumprindo medidas disciplinares impostas pela CGADB, os inadimplentes com a CGADB e CPAD, os ausentes injustificadamente da AGO e os diretores da CPAD."

Fonte:
Pastor e Jornalista Geremias do Couto

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