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sábado, 21 de setembro de 2013

O ROCK E SUAS CONSEQUÊNCIAS


Elvis Presley o pai do Rock, morreu com uma overdose aos quarenta anos aproximadamente, pois esse é o fim daqueles que se afastam de Deus e se dão a essas fantasias do Rock’n’Roll e o Blues com o demônio.
Veja esse comentário que foi feito pelo Vírgula, nesta ocasião em que o Brasil está voltado a esse maldito rítimo musical.
Publicado originalmente no Virgula
Desde o surgimento do rock, foi criada uma lendária ligação com o capeta, com o satanismo, e até hoje ainda encontramos pessoas que relacionam o Rock’n’Roll e o Blues com o demônio.
Principalmente quando estamos falando do blues, podemos nos lembrar de histórias das encruzilhadas no sul dosEstados Unidos, onde músicos “vendiam” suas almas e sua fé para o Diabo em troca de sucesso com os instrumentos musicais e fama.
A Igreja também costumava “atacar” o rock por se tratar de uma forma de se rebelar e instigar a violência, a agressão, o sexo, a luxúria e revoltas, além de acusar esse estilo musical venerado por muitos de ser contra a sociedade, a religião e também contra Deus.
O principal argumento da Igreja era o seguinte: o Rock’n’Roll ataca tudo que possa impedir a perseguição completamente desinibida do prazer, e essa busca desenfreada do prazer seria condenada pelos religiosos. Aparentemente, este argumento e as acusações de satanismo não fizeram efeito nos roqueiros, que continuam por aí, fazendo o que sabem de melhor: o bom e velho ROCK!
Virgula resolveu listar dez fatos dessa lendária ligação do rock com Lúcifer. Veja se concorda com eles!
Para começar, nada melhor que a música Sympathy For The Devil (“Simpatia pelo Diabo”), dos Rolling Stones, que deve levar os religiosos à loucura. Os Rolling Stones ganharam várias acusações de satanismo e ligação com o Diabo por causa dessa música, uma composição de Mick Jagger inspirada no livro “O Mestre e Margarida”, de Mikhail Bulgakov.
Assim como os Rolling Stones, o AC/DC também foi acusado de satanismo. A banda australiana lançou o álbum Highway to Hell (Estrada para o Inferno) em 1979 e, em 1980 no álbum Back in Black, lançou mais uma música polêmica: Hell’s Bells (Sinos do Inferno). A situação dos roqueiros do AC/DC “piorou” quando um assassino psicopata disse que era influenciado pelo som dos caras quando matava as pessoas. Eu, hein?!
Iron Maiden, banda britânica de heavy metal que possui um morto-vivo como mascote (Eddie), passou por situação similar ao AC/DC quando lançou o álbum The Number of The Beast (O Número da Besta) em 1982. A música que dá nome ao álbum começa provocando com uma citação retirada da Bíblia, do Apocalipse (cap. XIII, vers. 18):
“Maldito seja, Ó Terra e Mar, O Demônio manda a besta com fúria, porque ele sabe que o tempo é curto… Deixe aquele que ousa tentar entender O número da besta… é um número humano, seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Tradução livre)
Para quem não sabe, essa música foi escrita por Steve Harris, baixista e líder do Iron Maiden, a partir de um pesadelo que o roqueiro teve após assistir “A Profecia 2”. Mesmo assim, os caras do Iron passaram a ser relacionados com o satanismo.
Muitas pessoas também afirmam que diversas músicas do Led Zeppelin possuem inúmeras mensagens satânicas subliminares escondias. O caso mais comentado é da música Stairway To Heaven (Escadaria para o Paraíso), que quando tocada de trás para a frente se transforma em várias frases “pró-Satã”. Alguns exemplos: “Your stairway lies on the whispering wind” escutada ao inverso faz surgir a mensagem “I will sing because I live with Satan” (eu vou cantar porque vivo com Satan) e “There’s still time..” quando ouvido ao inverso faz surgir a mensagem “oh it’s my sweet Satan” (oh, é o meu doce Satan). Será? Há muitos vídeos na internet tentando provar isso! Dizem também que Jimmy Page, guitarrista da banda, era um estudioso fervoroso de Aleister Crowley, um bruxo inglês.
Apesar de não falar sobre satanismo ou ter letras de músicas desse cunho, a banda Kiss acabou sendo relacionada com o capeta devido o visual dos integrantes da banda, principalmente de Gene Simmons, que cospia fogo, “vomitava” sangue e ficava colocando aquela língua enorme para fora!
Ozzy Osbourne, ex-vocalista do Black Sabbath, é conhecido como “Príncipe das Trevas”, por morder morcegos em shows e desenvolver um visual demoníaco, usando uma maquiagem pesada, chegando a colocar até lentes de contato vermelhas. Chegaram até a chamar Ozzy de “Anticristo”! Mas é só aparência mesmo… “Não sou o tipo de pessoa que você pensa que sou,  Não sou o anti-cristo, ou o homem de ferro”.
Dizem por aí que o codinome de Vincent Damon FurnierAlice Cooper, foi sugerido por um espírito, em um Tabuleiro de Ouija (uma espécie de “jogo do copo” que conhecemos no Brasil). Segundo o próprio Alice Cooper, o visual com toda aquela maquiagem também seria uma sugestão do “amigo do além”.
Robert Johnson, um músico do Blues da década de 1930, afirmou ter realizado um pacto com o demônio em uma encruzilhada das rodovias 61 e 49 em ClarksdaleMississippi (Estados Unidos)!
Até mesmo os Beatles foram acusados de satanismo, acredite ou não! John Lennon, assim como Jimmy Page, era estudioso do bruxo Aleister Crowley e colocou suas influências no álbum Sgt. Pepper.
A banda Twisted Sisters causou muita polêmica com a música Burn in Hell, que “convidava” as pessoas a queimar no inferno.
Vamos acordar e viver o verdadeiro louvor que exalta não ao homem, mas a Deus.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

SE NÃO VIER O AMANHÃ.



Esse fato já tem mais de cinco anos, mas é sempre oportuno relembrar:

Segue abaixo uma carta que foi deixada no mural de comunicação interna da
TAM, um dia após o acidente com o A-300, em Congonhas, no dia 17 de Julho de 2007, pelo marido de uma das comissárias mortas.

SE O AMANHÃ NÃO VIER...
Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir,
eu aconchegaria você mais apertado
e rogaria ao Senhor que protegesse você.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela
porta, eu abraçaria, beijaria você, e chamaria de volta,
Para abraçar e beijar uma vez mais.
Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria sua voz em
oração, eu filmaria cada gesto, cada palavra sua
para que eu pudesse ver e ouvir de novo e, de novo, dia após dia.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO,
ao invés de assumir que você já sabe disso.
Se eu soubesse que essa seria a última vez,
eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
"Bem, tenho certeza que outras oportunidades virão, então eu posso
deixar passar esse dia."
É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão
e nós teríamos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.
É claro que haverá outro dia para dizermos um para o outro: "EU TE AMO".
E certamente haverá uma nova chance de dizermos um para o outro:
"Posso te ajudar em alguma coisa?"
Mas no caso eu estava errado e hoje foi o último dia que tivemos.
E eu não pude mais te dizer o quanto eu amo você
e que esperava que nunca esquecêssemos disso.
O dia de amanhã não está prometido para ninguém, jovem ou velho.
E hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertado, a mão da
pessoa que você ama.
Se você está esperando pelo amanhã, porque não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto
de sua vida de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo,
porque você estava "muito ocupado" para dar para aquela pessoa, aquilo
que acabou sendo o último desejo dela.
Então, abrace seu amado, a sua amada HOJE.
Bem apertado.
Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer
junto de você.
Gaste um tempo para dizer:
"Me desculpe"
"Por favor"
"Me perdoe"
"Obrigado"
ou ainda:
"Não foi nada"
"Está tudo bem".
Porque, se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.
Pois o passado não volta, e o futuro talvez não chegue.

Saudade!
 
Transcrito Pelo Pastor Ival Teodoro da Silva

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

À ESPERA DOS PAIS


A mamãe de Leland era uma dama da alta sociedade costumava desfilar, em sua carruagem de luxo, pelas ruas de São Francisco, sob olhares de admiração e inveja.

Um dia, os jornais publicaram o falecimento de uma tia e ela, obedecendo às convenções sociais, teve que permanecer no lar por uma semana.

Indignada por ter que ficar sete dias dentro do enorme palácio, buscou o marido, então Governador do Estado, e esse a fez lembrar-se de que poderia passar os dias brincando com o filho.

Ela gostou da ideia. Adentrou a ala esquerda do palácio, que tinha sido liberada para o pequeno príncipe, que vivia rodeado por profissionais de diversas nacionalidades, a fim de lhe ensinarem idiomas e costumes de outros povos.

Quando o pequeno Leland avistou a mãe, exultou de felicidade e lhe perguntou por que ela estava ali, naquele dia e hora não habituais.

Ela lhe contou o motivo e ele, feliz, lhe perguntou quantas tias ainda restavam.

Leland estava ao piano tocando uma balada que aprendera com sua babá francesa.

A mãe, impressionada, ficou ouvindo, por alguns instantes, aquela balada que lhe pareceu um tanto melancólica.

Pediu ao filho que cantasse, ele cantou. Falou-lhe para que a traduzisse e ele a traduziu.

Era a história de um menino que era levado pela sua mãe todos os dias até à praia, de onde ficavam olhando o pai desaparecer na linha do horizonte, em seu barco pesqueiro.

Todos os dias a cena se repetia, até que um dia, o barco do pai não retornou.

A mãe conduziu o filho novamente à praia e lhe pediu que ficasse esperando, pois ela iria buscar o marido.

Adentrou no mar e o filho ficou esperando na praia, pelo pai e pela mãe, que jamais retornaram.

A balada comoveu a grande dama. Falou ao filho que era muito triste. Ele respondeu que cantava porque se identificava com o menino da praia.

A mãe não entendeu em que consistia a semelhança e retrucou ao filho:

Você tem tudo. Não lhe falta nada. Tem mãe e pai e é herdeiro de um dos homens mais importantes deste Estado.

Leland respondeu com melancolia: Mas o papai adentrou há muitos anos no mar dos negócios e nunca o posso ver.

Você o seguiu e eu fiquei aqui à espera de um retorno que nunca acontece. Como você pode perceber, minha história é muito semelhante à do menino solitário da praia.

Daquele dia em diante, a dama passou a conviver mais com o filho de onze anos a quem não conhecia e, por esse motivo, aprendeu a amá-lo.

A convivência estreita com a mãe trouxe a Leland um brilho novo. Por algum tempo a vida lhes permitiu desfrutar da alegria do afeto mútuo, das experiências vividas, um em companhia do outro.

Fizeram uma longa viagem de navio e Leland adoeceu. A mãe fez tudo o que podia para lhe salvar a vida, mas foi tudo em vão.
O navio retornou e Leland não pode mais contemplar a mãe com os olhos físicos.

Todavia, naquele breve tempo de convívio, o menino ensinou à mãe outros valores.

Ela construiu orfanatos e outras obras de assistência para a comunidade carente.

Leland não herdou a fortuna dos pais, mas a fortuna rende frutos até hoje, junto à sociedade daquele Estado. Dentre elas, a Universidade Stanford.


Não há motivo que justifique o abandono dos filhos por parte dos pais.

Não há filhos que aceitem, de boa vontade e em sã consciência, trocar o afeto dos pais por qualquer outro tesouro.

Pensemos nisso!
....se alguém me ama, guardara a minha palavra, e meu pai o amará,e viveremos para ele e faremos nele morada. João 14.23

Extraído do Livro Ilustrações Pentecostais
Do Pastor Ival Teodoro da Silva

terça-feira, 27 de agosto de 2013

CONFECCIONANDO AS VESTES ESPEIRITUAIS




Confeccionando as vestes espirituais - Texto: Gn 3.21
Quando Deus criou Adão e Eva eles não precisavam de vestes, porque viviam na era da inocência sem pecado, não tinham contaminação eram santos. Por isso que o Senhor disse: façamos o homem a nossa imagem e semelhança. Só que Eva ao deparar com a serpente que astuciosamente a persuadiu comer do fruto proibido e consequentemente convenceu Adão a cometer o mesmo pecado, imediatamente a sua consciência lhe acusou do erro que tinham cometido, ou seja, o ato de desobedecer a Deus, então sentiram-se nus e envergonhados não só pela nudez, mas pela desobediência que cometeram.
Nisto sentiram a necessidade de protegerem sua nudez e foram em busca de folhas de figueira, confeccionarem vestes para cobri-los, mas quando o Senhor veio visitá-los no jardim, deparou se com a situação de rebelião e nudez. Então eles se esconderam preocupados e com vergonha do fato de estarem nus e rebelados contra Deus. Quando o Senhor olhou para eles viu que as vestes que eles tinham confeccionado eram frágeis e inadequadas, logo se deteriorariam devido serem feitos de folhas que murcham, secam e se desfazem, não tem durabilidade.

Sabemos que só Deus é capaz de cobrir a vergonha e a culpa do ser humano, então folhas não era material apropriado, para utilizar na confecção de roupas.


Como o Senhor conhece a nudez carnal e a espiritual e que ambas necessitam de cobertura Ele tomou a posição de confeccionar uma veste que custou sacrifício de uma vida, para dela tirar o material adequado que pudesse cobrir a nudez e a vergonha. Essa ação de Deus mostra-nos a figura do sacrifício de Cristo na cruz do calvário, que requereu o derramamento de sangue para cobrir a culpa e retratou a morte do inocente pelo culpado. Em Hb 9.15 diz: “Por isso mesmo, Ele é o mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.”
Toda veste para se fazer exige alguns passos a tomar: escolha do tecido, estilista, modelo, cor, estampa, aviamentos adequados, busca de costureira ou alfaiate e valor da costura. E para costureira ou alfaiate costurar uma roupa é preciso tirar medidas, saber a textura do tecido se é grosso ou fino, saber a numeração da agulha e o tipo de linha, regular o ponto da máquina para se obter uma costura perfeita. Assim fez o Senhor nosso Deus conosco quando Ele viu que o ser humano estava despido Espiritualmente e fisicamente, olhou para veste de folha e para veste de animais e percebeu que elas não eram suficientes para cobrir o pecado do ser humano. Então se moveu de íntima compaixão e enviou seu filho a este mundo, para resgatar o ser humano e revesti-lo da couraça da justiça. O valor desta veste não custou nem ouro e nem prata, mas o seu próprio sangue. Esta veste nos garante a vida eterna com Deus.
Cordialmente,

Professora Aparecida Alves da Silva

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A HORA DE DEIXAR O CARGO:


A HORA DE DEIXAR O CARGO:

Precisamos ter cuidado em relação à hora de deixar o cargo, pois muitos campos eclesiásticos e organizações convencionais têm sofrido com essa teimosia de certos líderes. 
Segue abaixo parte de um texto escrito por Henry & Richard Blackaby sobre a hora de deixar o cargo (passar o bastão, o volante, o cajado, etc.):
O problema de alguns líderes é que eles passam a ver sua identidade intrinsecamente ligada ao cargo que ocupam. Eles gostam do respeito e da influência inerente à condição de chefe. Como resultado, hesitam em passar o bastão para um líder mais jovem, mesmo quando se torna evidente para todos que uma mudança na organização é necessária. O líder pode tornar-se cego para a realidade de que já não é tão eficaz no desempenho de sua função. Por ter sido bem-sucedido um dia, ele acredita que ainda é o mais indicado para o trabalho. Infelizmente, o líder que age assim acaba anulando boa parte da contribuição positiva que deu à organização em seus melhores anos, porque se recusa a abrir espaço para a próxima geração de líderes. Em vez disso, ele impede o avanço do trabalho, pela relutância em deixar o caminho livre. É patético o líder que comandou heroicamente sua organização para o sucesso em anos passados, mas que há muito tempo se tornou ineficaz ao envelhecer e recusar-se a deixar o cargo. [...] Ele pode argumentar que deseja o melhor para a organização, e talvez seja verdade, mas sem dúvida também está relutante em deixar o prestígio, o poder e os benefícios financeiros advindos do cargo. O líder íntegro reconhece que já deu sua contribuição mais importante e tranquilamente passa o poder para a geração seguinte." (A Liderança eficaz: desenvolvendo líderes para novos tempos. São Paulo: Life Way CLC, 2011, p. 294-295)
Ao passar da hora de sair, o líder pode comprometer tudo o que construiu.

Pastor Ival Teodoro da Silva 
Presidente da CIEADEP

sábado, 27 de julho de 2013

DEZ SUGESTOES PARA SE DEDICAR COM QUALIDADE AOS FILHOS



mae e filhos a brincar na praia

Os filhos são heranças do Senhor.

Por vezes, as nossas vidas estão tão preenchidas pelo emprego, objectivos pessoais, rotinas diárias e com o facto de querermos mudar o mundo, que acabamos por passar muito pouco tempo com os nossos filhos. E embora isto possa parecer um cliché, a verdade é que o nosso tempo com eles é tão limitado e passa tão depressa que, se não dermos por ela, podemos perder grande parte da sua infância. Por isso mesmo, juntamos 10 ideias simples para passar tempo de qualidade com os seus filhos – seja um ou cinco! Este é um investimento que vale a pena… 
  1. Marque um encontro. Marque um encontro semanal com cada filho, para assegurar que tem algum tempo de qualidade com cada um. Podem escolher em conjunto que actividade vão fazer ou então deixe a criança decidir.
  2. Hora de leitura. Esta é uma excelente actividade para fazer com a pequenada e uma óptima maneira de incutir hábitos de leitura. Para além disso, é fácil ler-lhes uma história todas as noites, mesmo quando chega a casa mais tarde.
  3. Fale com eles depois do trabalho. Quando chegar a casa, em vez de se sentar no sofá a ver televisão ou ir logo para o computador, faça o esforço, sente-se com os miúdos e conversem sobre o vosso dia. Se tiver bom tempo, porque não fazerem uma caminhada antes do jantar?
  4. Joguem aos “altos e baixos”. Durante a hora do jantar, cada pessoa fala do ponto alto e do ponto baixo dos seus respectivos dias. É uma excelente maneira de envolver toda a família na conversa e de saber o que se passa na vida de cada um.
  5. Trabalhem num projecto comum. Em conjunto com o seu filho(s) escolham um projecto no qual vão participar os dois: pode ser montar um avião modelo, ensiná-lo a jogar xadrez ou basquetebol, ou ainda lerem a colecção inteira dos livros do Harry Potter em voz alta um ao outro. Para além de ser uma valiosa lição no que toca a começar e a terminar um projecto, podem fazer coisas muito divertidas.
  6. Brincadeiras divertidas. Não tenha receio nem vergonha de brincar com os seus filhos – vejam cartoons, divirtam-se com jogos de mesa ou videojogos, construam um forte, façam uma peça de teatro, tenham uma batalha de almofadas, brinquem aos super-heróis. No entanto, não espere que a pequenada brinque ao seu nível, terá de descer ao deles.
  7. Fale com as crianças no carro. Quando o tempo é pouco, aproveite as viagens que faz com os miúdos para a escola ou para as aulas de inglês para porem a conversa em dia.
  8. Reunião de Família. Esta pode ser semanal ou quinzenal e, embora não seja exclusivamente passada com as crianças, pode ser muito útil para falarem de determinados assuntos em família, para se certificarem que conseguem reunir toda a gente para jantar e até para planear o Dia da Família.
  9. Dia da Família. Deve haver um dia da semana inteiramente dedicado à família – pode ser uma noite de quarta-feira com pizzas e DVDs para verem em conjunto ou então um sábado, onde planeiam uma actividade divertida para fazerem todos juntos.
  10. Abraço forte. Quando não tem, nem vai haver tempo, não há nada como colocar aqueles traquinas de palmo e meio no seu colo e simplesmente abraçá-los… seja carinhoso e deixem-se estar. Este tipo de intimidade é muito importante e deve ser aproveitada enquanto os miúdos são pequenos, porque há-de chegar o dia em que já não vão querer dar abraços aos pais… ou pelo menos tantos
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