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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

“COMO PODEMOS PRATICAR A TERAPIA DO AMOR


Introdução:

Sua casa pode ser o melhor lugar do mundo se ela for uma central terapêutica do amor, pois só o amor transforma pedras em pão ou corações de pedra em corações de carne.

Dicas que podem ajudar:

1. Dê cinco abraços por dia no cônjuge e em cada um

dos filhos;

2. Não saia de casa sem dar um beijo no cônjuge

acompanhado de um toque significativo;

3. Deixe, às vezes, um bilhete com uma palavra de elogio, de gratidão e,ou, amor.

4. Surpreenda seu cônjuge na hora da refeição, com

uma declaração de afeto, exemplo: "Que bom que

estou aqui com você!... Que delícia de família! Ou digas: Como está gostosa essa refeição!";

5. Demonstre, de forma criativa, o valor dos pais dele (a)

promovendo um almoço em casa e convidando-os de forma especial;

6. Deixe no quarto de vocês um porta-retrato com uma

foto em que os dois estejam abraçadinhos, para

lembrar afetuosidade;

7. Deixe seus filhos verem vocês demonstrando carinho e afetuosidade um para com o outro;

8. Deixe, na secretária eletrônica, uma mensagem de "bom-dia", bem romântica;

9. Quando terminar de orar às refeições, ou à noite com a família, ou ao levar as crianças para escola, abençoe-os com promessas de Deus.

10. Relembre as datas importantes do cônjuge e outros familiares, promovendo uma supresa agradável e dando um presente. Não se esqueça de que a mulher gosta muito de flores e elogios.

Você sabia que antes de resistir ao diabo, Deus resisti ao soberbo?

Veja o que Tiago escreveu em sua carta: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes". Depc que o autor diz: "Sujeitai-vos, pois, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.6,7). Que o seu coração seja; humilde o suficiente para que a sua vida a cada dia seja transformada pelo Senhor. Sendo assim, o seu casameto experimentará, a cada dia, um crescimento em termos de qualidade.

"A soberba é uma das armas mais usadas pelo inimigo, para impedir o fluxo da graça numa relação matrimonial, soberba é como a fumaça... impede a visão".

O perigo de não estar sempre aberto(a) para as mudanças necessárias. Quando não há mudaças positivas, o casamento sofre um desgaste, e o que antes, aos olhos do cônjuge, era considerado atraente, agora é meio de irritação.

Inovemos e sejamos abertos a atualizaçõe.

Vossos no senhor,

Pastor Ival Teodoro da Silva
Professora Aparecida Alves da Silva



segunda-feira, 3 de setembro de 2012

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA CGADB



O Presidente e a Mesa Diretora da CGADB nos termos do art. 30, incisos I e II do Estatuto Social, convocam a todos os membros adimplentes para, em Assembleia Geral Ordinária, reunir-se dos dias 08 a 12 de abril de 2013, no Ginásio Nilson Nelson, localizado na cidade de Brasília, Distrito Federal, junto ao Eixo Monumental (Via N1 Oeste), entre o Estádio Nacional de Brasília e o Palácio do Buruti, Asa Norte, para apreciar e deliberar sobre os assuntos da pauta a seguir estabelecida:

1) Julgamento de eventuais recursos contra decisões da Comissão Eleitoral, conforme disposto no artigo 32, inciso X, do Estatuto Social e artigos 57 e 58 do Regimento Interno.

2) Apreciar e deliberar sobre os relatórios da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal, relativos ao biênio 2011 e 2012, na forma do artigo 8º, inciso III do Regimento Interno, bem como dos demais órgãos e das pessoas jurídicas vinculadas.

3) Homologação do cadastramento de Convenção Estadual, conforme artigo 32, inciso V, do Estatuto Social.

4) Criação do Código de Ética dos membros da CGADB.

5) Valorização da Palavra pregada.

6) Eleição e posse da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal e referendar a indicação dos membros dos Conselhos e demais órgãos da CGADB, conforme artigo 32, incisos II e IV do Estatuto Social.

Comunica, outrossim, que o evento será realizado no endereço acima mencionado, obedecendo à seguinte programação:

a) As sessões dos dias 09 a 10 de abril serão precedidas de devocional e funcionarão no horário regulamentar das 9h00 às 12h00 e das 14h00 às 17h00.

b) A sessão do dia 11 de abril será iniciada às 8h00, sob a presidência da Comissão Eleitoral, para a abertura dos trabalhos de votação, apuração, totalização e proclamação dos eleitos, nos termos do artigo 83, inciso I do Estatuto Social e artigos 82, 83 e 126, do Regimento Interno.

c) A última sessão ocorrerá no dia 12 de abril, das 9h00 às 12h00 para a posse dos eleitos e referendar as indicações para os Conselhos Regionais e demais órgãos.

As inscrições poderão ser realizadas a partir do dia 01 de novembro de 2012, até às 19h00 (horário de Brasília) do dia 28 de dezembro de 2012, mediante pagamento da taxa líquida e irrestituível de R$ 120,00 (cento e vinte reais), exclusivamente através de boleto bancário, disponibilizado no site da CGADB, www.cgadb.org.br, sendo vedado o pagamento de inscrição diretamente na Tesouraria: a inscrição somente será considerada efetivada após a comprovação do estabelecimento bancário, caso contrário será cancelada.

Nos termos do artigo 8º, inciso III, do Estatuto Social, poderão se inscrever os ministros que estiverem adimplentes com as suas anuidades até o dia 28 de dezembro de 2012.

O direito de voto somente poderá ser exercido pelos membros que estiverem inscritos até o dia 28 de setembro de 2012, conforme o artigo 17, do Estatuto Social.

O acesso dos membros às sessões plenárias se dará mediante controle eletrônico.

A CGADB não fornecerá alimentação, locomoção e hospedagem, as quais deverão ser custeadas por cada membro.

O processo eleitoral atenderá a todas as normas previstas no Estatuto Social e Regimento Interno, bem como às Resoluções da Comissão Eleitoral, nos termos dos arts. 82 e 83 do Estatuto Social.

Informações adicionais e/ou consultas poderão ser realizadas na sede social na Avenida Vicente de Carvalho, 1083, Rio de Janeiro, RJ, ou pelos telefones: (21) 3351-3054, 3351-3387, 3351-5256.

Rio de Janeiro, 01 de agosto de 2012.


José Wellington Bezerra da Costa
Presidente

“QUEM ERAM OS ANABATISTAS?"



Acho importante conhecermos melhor a origem dos ANABATISTAS, bem como o significado dessa palavra. Vejamos: Segundo o pastor Gilberto Stefano,

com a desfraternização dos cristãos entre os anos de 225 a 253 A.D., surgiu dois grandes blocos de cristãos. O bloco dos anabatistas e o bloco das igrejas erradas. Nesta matéria trataremos especificamente com o futuro que tomou as igrejas fiéis cognominadas de "anabatistas".

QUEM FORAM OS ANABATISTAS?

Nos livros de história e em muitas enciclopédias encontraremos algumas notas sobre quem foram os anabatistas. Em alguns livros são chamados de "dissidentes", e em outros de "seita de heréticos". Há escritores que não querendo se comprometer com sua maioria de leitores católicos ou protestantes, chama-os de "fanáticos religiosos".

Observando estas poucas entre muitas referencias erradas sobre eles, podemos analisar cuidadosamente. Eram dissidentes? Não. Dissidente é uma pessoa que se separa de outro por algum motivo. Eles não se separaram de ninguém. Apenas não concordavam com heresias dentro da igreja. Se uma igreja tem 20 membros. Quinze resolve mudar a fé. Cinco permanecem fiéis. Quem decidiu? Os quinze que estão no erro ou os cinco que permaneceram fiéis? É evidente que dissidente é aquele que saiu daquilo que está certo e firmado.

Chamá-los de um ajuntamento de heréticos é o mesmo que chamar os apóstolos de heréticos. Não foram os anabatistas que mudaram de fé. Nunca foi a intenção de um anabatista mudar aquilo que Deus ordenou. Heréticos foram os pastores e membros das igrejas erradas, os mesmos que posteriormente foram conhecidos como católicos. Os anabatistas não eram uma facção de cristãos. Eles eram os verdadeiros cristãos. Portanto, seita foi a igreja - Católica - que surgiu tendo como membros indivíduos e pastores excluídos por motivos biblicamente corretos.

Também não eram fanáticos religiosos. Seguir a Cristo como manda as escrituras não é ser fanático, é ser discípulo verdadeiro. Discordar de heresias não é fanatismo, é zelo pela palavra de Deus. Seria os apóstolos fanáticos? Zaqueu foi um fanático por querer fazer a vontade de Deus? Paulo foi um fanático quando condenou a idolatria? Pedro foi um fanático quando discordou da salvação pelas obras? De forma alguma. A maior prova de que os anabatistas não eram fanáticos está no exemplo dos primeiros cristãos mencionados no livro de Atos.

Podemos afirmar com certeza que os anabatistas foram os verdadeiros seguidores de Jesus entre os anos de 225 até os anos de 1600. Homens que amavam servir a Cristo. Eram cristãos que não concordavam com o erro grotesco de ver pessoas acreditando que o batismo ajudava na salvação; Cristãos que não aceitavam em ver um bispo monárquico querendo mandar no rebanho de Deus. Igrejas que tiveram a coragem de excluir do meio cristão original as igrejas heréticas. Foram eles os autênticos sucessores dos apóstolos na obediência a Jesus e a sua Palavra.

O QUE SIGNIFICA ESTE APELIDO?

O próprio título confessa que o sobrenome dado aos cristãos fiéis - anabatistas - é um apelido, e tem tudo a ver com o propósito para o qual ele foi dado. Anabatistas é uma palavra grega que significa "batizar outra vez". O prefixo "ana" quer dizer outra vez, e a raiz "batista" significa mergulhar ou batizar nas águas. Assim, quando uma igreja era chamada de anabatista por outra, significava que ela batizava outra vez os membros vindos das igrejas erradas.

ONDE E QUANDO SURGIU ESTE APELIDO?

Este apelido foi usado pela primeira vez na Ásia Menor para distinguir nesta região as igrejas fiéis das erradas. O local mais aceito como sua origem é na Frígia, local de onde saiu o pastor Montano para pregar contra os dois erros mencionados no segundo capítulo, os quais, corrompiam as igrejas cristãs. Montano foi um pastor muito itinerante, e por isso sua mensagem se esparramou por toda Ásia Menor, fazendo que as igrejas dessa região permanecessem fiéis a doutrina recebida pelos apóstolos. Montano viveu cerca de 156 A.D. Foi justamente nessa época que as igrejas da Ásia Menor resolveram rebatizar membros vindos de igrejas erradas. Então pela primeira vez uma igreja foi conhecida como "anabatista".

Oficialmente ele é usado em 253 A.D., pelo bispo romano Estevão que, indignado com o fato de ver sua igreja excluída pelas igrejas da Ásia, resolveu chamá-las de "anabatistas". O fato é que depois do bispo romano ter se manifestado, todas as igrejas que não concordavam com a idéia de Salvação através do batismo e da necessidade de um bispo monárquico, foram conhecidas como anabatistas.

O POR QUE DESTE APELIDO

Talvez o leitor esteja confuso e pergunte o por que dos cristãos ter a necessidade de receberem outro apelido além de cristão.

Um crente fiel ao Senhor tem muito amor aos ensinos da Bíblia. Jesus ao enviar a grande comissão dá três ordens: Fazer discípulos; batizar; e ensinar as coisas que ele ordenou; Então, uma igreja fiel irá: pregar, batizar e ensinar o que ele ordenou. Note que ele diz: "vos tenho ordenado". Ordem é ordem. Mandamentos são mandamentos. A igreja não pode fazer aquilo que não lhe foi ordenado, mas somente o que Jesus mandou. Por isso as igrejas fiéis não podiam e nem podem se submeter a erros heréticos como mudar o plano de salvação e a chefia da igreja!

A exclusão das igrejas erradas em 225 A.D. pelas igrejas fiéis foi uma atitude necessária para a conservação do evangelho puro e original. Assim como um membro profano deve ser excluído do seio da igreja, da mesma forma uma igreja profana deve ser excluída da comunhão com as outras igrejas fiéis. O próprio Senhor Jesus nos ensina no livro de Apocalipse que o simples fato de uma igreja não ser fria nem quente é motivo de ser "vomitada". Queiram os ecumênicos ou não, já no segundo século havia dois tipos de cristãos: os fiéis ao evangelho e os infiéis. Os infiéis, excluídos em 225, já não tinham mais o direito de batizar, ao menos que se reconciliassem. Como isso não aconteceu perderam totalmente a ordem do batismo. Aceitar o batismo de uma igreja excluída é o mesmo que aceitar que um crente excluído saia por aí batizando todo mundo. Conclui-se que o rebatismo de membros vindos de uma igreja excluída é algo necessário, pois quem não recebe o batismo de uma igreja biblicamente aceita, não recebeu o batismo cristão.

Portanto, o apelido anabatista, só apareceu porque as igrejas erradas não quiseram arrepender-se de seus erros. Além do que, não se chamaram assim, mas foram pelas igrejas erradas assim chamados. O fato dos anabatistas não terem repudiado o apelido significa que o mesmo estava de acordo com uma realidade da época, ou seja, precisava ter rebatizadores para enfrentar as heresias das igrejas erradas.



Se você deseja saber mais sobre a origem das igrejas cristãs escreva para:

Autor: Pastor Gilberto Stefano

Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

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